#PAN2011
Cinco nadadores brasileiros, além da equipe do revezamento feminino 4x100 m livre, estão garantidos nas primeiras finais da competição de natação dos Jogos Pan-americanos Guadalajara 2011, que acontecem na noite deste sábado (15) no Centro Aquático Scotiabank.
Nas eliminatórias, realizadas pela manhã, Thiago Pereira e Joana Maranhão se classificaram com tranquilidade em suas provas, apesar de sentirem a influência da altitude.
Thiago tentou economizar energia e nadou apenas o suficiente para garantir a vaga na final dos 400 m medley. Mesmo se poupando, de olho nas outras sete provas que disputará na competição, fez o segundo melhor tempo geral: 4min26s27.
- Senti muita falta de ar e tentei segurar bastante durante o peito, que consome demais. Nunca disputei uma competição tão importante na altitude. Vou ter que dosar mais na final, agora é descansar para estar bem à noite.
O Brasil ainda terá outro representante na final, já que Diogo Yabe fez o sétimo tempo do dia: 4min34s18.
Nos 400 m medley feminino, Joanna Maranhão também sentiu o efeito da altitude, mas ainda assim fez o melhor tempo de sua bateria e o terceiro geral, com 4min54s51.
- Tentei nadar com tranquilidade e me desgastar um pouco menos. Estou sentindo bastante a altitude, mas essa é uma prova que dói muito mesmo ao nível do mar. Então quem estiver mais focada na final vai levar.
Representante do Brasil na outra eliminatória, Larissa Cieslak fez apenas o 12º tempo geral (5min09s81) e ficou fora da final.
Nas eliminatórias dos 100m borboleta feminino, Daynara de Paula levou um susto ao ver o cronômetro seguir computando seu tempo mesmo depois da batida em segundo lugar. A brasileira completou a prova em 1min00s25, mas o placar registrou o tempo de 1min24s51. Pouco tempo depois, veio a correção.
- Fiquei chocada quando olhei para o placar, não parava!.
A brasileira, que se classificou com o terceiro melhor tempo geral. Outra representante do país que brigava por uma vaga na final na prova, Gabriela Silva fez apenas o 10º tempo geral, com 1min02s86, e deixou a piscina visivelmente decepcionada. Lutando contra uma lesão no ombro desde 2009, a nadadora não escondeu que o fator psicológico foi determinante para o mau resultado.
- Depois de 30 metros minha vontade era parar de nadar e sair da piscina. Não sei o que aconteceu, fiquei desesperada, com medo de nadar. O fator psicológico foi muito forte, agora vou pensar no que fazer.
Nos 400 m livre masculino, Lucas Kanieski fez o sétimo melhor tempo das eliminatórias (3min58s30) e será o representante do Brasil na final. Giuliano Rocco, que também brigava por uma vaga, ficou apenas em 11º lugar, com 4min04s25.
Fechando as eliminatórias, o revezamento 4x100m livre feminino, formado por Gracielle Herrman, Michelle Lenhardt, Flávia Delaroli e Tatiana Barbosa, garantiu vaga com o segundo melhor tempo (3min48s12), atrás apenas da equipe americana. Na final desta noite, Daynara de Paula entra no lugar de Gracielle, que se despediu em grande estilo: marcou seu melhor tempo nos 100m (56s55), apesar da altitude. Nas eliminatórias, realizadas pela manhã, Thiago Pereira e Joana Maranhão se classificaram com tranquilidade em suas provas, apesar de sentirem a influência da altitude.
Thiago tentou economizar energia e nadou apenas o suficiente para garantir a vaga na final dos 400 m medley. Mesmo se poupando, de olho nas outras sete provas que disputará na competição, fez o segundo melhor tempo geral: 4min26s27.
- Senti muita falta de ar e tentei segurar bastante durante o peito, que consome demais. Nunca disputei uma competição tão importante na altitude. Vou ter que dosar mais na final, agora é descansar para estar bem à noite.
O Brasil ainda terá outro representante na final, já que Diogo Yabe fez o sétimo tempo do dia: 4min34s18.
Nos 400 m medley feminino, Joanna Maranhão também sentiu o efeito da altitude, mas ainda assim fez o melhor tempo de sua bateria e o terceiro geral, com 4min54s51.
- Tentei nadar com tranquilidade e me desgastar um pouco menos. Estou sentindo bastante a altitude, mas essa é uma prova que dói muito mesmo ao nível do mar. Então quem estiver mais focada na final vai levar.
Representante do Brasil na outra eliminatória, Larissa Cieslak fez apenas o 12º tempo geral (5min09s81) e ficou fora da final.
Nas eliminatórias dos 100m borboleta feminino, Daynara de Paula levou um susto ao ver o cronômetro seguir computando seu tempo mesmo depois da batida em segundo lugar. A brasileira completou a prova em 1min00s25, mas o placar registrou o tempo de 1min24s51. Pouco tempo depois, veio a correção.
- Fiquei chocada quando olhei para o placar, não parava!.
A brasileira, que se classificou com o terceiro melhor tempo geral. Outra representante do país que brigava por uma vaga na final na prova, Gabriela Silva fez apenas o 10º tempo geral, com 1min02s86, e deixou a piscina visivelmente decepcionada. Lutando contra uma lesão no ombro desde 2009, a nadadora não escondeu que o fator psicológico foi determinante para o mau resultado.
- Depois de 30 metros minha vontade era parar de nadar e sair da piscina. Não sei o que aconteceu, fiquei desesperada, com medo de nadar. O fator psicológico foi muito forte, agora vou pensar no que fazer.
Nos 400 m livre masculino, Lucas Kanieski fez o sétimo melhor tempo das eliminatórias (3min58s30) e será o representante do Brasil na final. Giuliano Rocco, que também brigava por uma vaga, ficou apenas em 11º lugar, com 4min04s25.
- Estava um pouco nervosa no bloco, mas me soltei na volta e fiz minha melhor marca. Não senti muito a altitude, acho que nossa preparação foi muito boa. É uma sensação muito boa poder ajudar o Brasil a se classificar à final.
Nenhum comentário:
Postar um comentário