domingo, outubro 16

MAIS UM OURO

#PAN2011

O Brasil garantiu na noite deste domingo (16) mais uma medalha de ouro com a natação nos Jogos Pan-Americanos. Comandado por Cesar Cielo, o revezamento 4x100m registrou novo recorde na competição com 3m14s 65 e deixou o Mister Pan Thiago Pereira mais próximo de bater Hugo Oyama como o dono do maior números de ouros do país. 

Sem nadar na final, Pereira também receberá uma medalha, a oitava em sua carreira, por ter participado das eliminatórias da prova.

DOBRADINHA DOS FELIPES

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Em disputa emocionante, os brasileiros Felipe França e Felipe Lima garantiram, respectivamente, o primeiro e o segundo lugar do pódio nos 100m nado peito nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. 

Com o tempo de 1m00s34, França confirmou seu favoritismo e liderou de ponta a ponta a final no Centro Aquático Scotiabank. Pouco mais de meio segundo depois, foi a vez do outro Felipe, o Lima, cravar sua marca, tida como improvável ao término da primeira metade da prova, quando ocupava a quarta colocação. 

A terceira posição ficou com o americano Marcus James Titus, com o tempo de 1m01s12.

JULIANA E LARISSA TRANQUILAS


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Principal dupla brasileira, as pentacampeãs mundiais Juliana e Larissa não tiveram problemas para confirmar a condição de favoritas ao título em sua estreia nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara, no México. Diante da dupla Dyette/Phillip, de Trinidad e Tobago, venceram por 21/5 e 21/1, neste domingo.
Sem terem sido ameaçadas durante toda a partida, as brasileiras, atuais campeãs Pan-americanas, mantiveram a liderança do embate com uma larga vantagem nos dois sets disputados, apesar da diminuição do ritmo na segunda parcial.
"A gente está preparado. Independentemente da qualidade técnica do adversário, temos que fazer o nosso melhor. Estou feliz com a estreia. O chão não está muito confortável, mas deu tudo certo. Muito calor, mas faz parte, mas ele é nosso amigo. O calor tende a ajudar o Brasil e não atrapalhar", disse Larissa após o jogo, em entrevista à Rede Record.
"Eu acho que foi legal, Trinidad e Tobago até surpreendeu, jogaram muito bem, foi uma boa estreia. Estou achando melhor o nível deste Pan", completou Juliana.
O próximo compromisso das atuais campeãs do Circuito Mundial é diante das equatorianas Vilela e Chila, na segunda-feira, às 17 horas (de Brasília), em partida válida pela segunda rodada do Grupo F da competição continental.

CIELO É O CARA

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Em sua primeira final nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, o nadador Cesar Cielo garantiu com folga a medalha de ouro nos 100m nado livre, prova em que é recordista mundial.

Com a marca de 47s84, o brasileiro estabeleceu o novo recorde da competição, que já era seu desde o Pan de 2007, no Rio de janeiro. A prata ficou com o cubano Hanser Garcia e o bronze com o nadador das Ilhas Caimãs, Fraser Shaune.

4 CENTÍMETROS SEPARAM FABÍOLA DO BRONZE

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A brasileira Fabíola Molina passou perto, mas ficou no quarto lugar nos 100 m costas nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. A brasileira não conquistou o bronze por apenas quatro centésimos.

Com o tempo de 1min02s04, ela perdeu a medalha para a mexicana Maria Fernanda González, que faturou o primeiro pódio da natação da casa no Pan. O ouro ficou com a norte-americana Rachel Bootsman, com 1min00s37, novo recorde pan-americano. A prata foi para Elizabeth Pelton, também dos EUA.

Depois da prova, Fabíola lamentou o resultado.

- Agradeço a torcida, mas infelizmente esse tempo não foi tão bom. Eu fiz o melhor que eu pude, mas não consegui a medalha.

Maria Fernanza González, que contou com o apoio frenético dos mexicanos, não deixou de agradecer a torcida.

- O apoio da torcida me empurrou para o bronze.

5º LUGAR NO ADESTRAMENTO

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Neste domingo (16), o Brasil decepcionou a encerrar a participação no adestramento por equipe no hipismo em quinto lugar no Pan de Guadalajara e, com o resultado, adiou a conquista da vaga para as Olimpíadas de Londres em 2012. Os Estados Unidos ficaram com o ouro, o Canadá, com a prata, e a Colômbia, com o bronze. 

Como os americanos já tinham vaga garantida em Londres-2012, as duas vagas que estavam em disputa para os Jogos Olímpicos ficaram com os canadenses e os colombianos. 

O plano do time formado por Leandro Silva, Luíza Almeida, Rogério Clementino e Mauro Júnior era superar o desempenho do Pan do Rio de Janeiro em 2007, quando faturou o bronze. Mas a estratégia não funcionou e os competidores brasileiros ainda tiveram que ver o México chegar na quarta colocação do Pan.

O Brasil ainda pode conseguir a classificação de uma equipe de saltos para os Jogos de Londres 2012. Para isso acontecer, três cavaleiros precisam garantir vagas individuais por meio do ranking da Federação Equestre Mundial, que acaba em março de 2012. 

O OURO É DOS ANFITRIÕES

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A primeira medalha de ouro do México, anfitrião dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, veio apenas no segundo dia de competições. Neste domingo (16), Oscar Soto ficou no topo do pódio da modalidade, que combina provas de esgrima, natação, hipismo, tiro e atletismo. Além da medalha, Soto garantiu presença nos Jogos OIímpicos de Londres em 2012.

A medalha de prata ficou com Andrei Gheorghe da Guatemala e o chileno Esteban Bustos ficou com o terceiro lugar e o bronze. Dennis Bowsher, dos Estados Unidos, ficou em quarto lugar e, assim como Gheorghe e Bustos, também ganhou vaga em Londres-2012.

Os brasileiros Luís Magno e Wagner Romão se destacaram na natação, mas não foram bem no geral e terminaram apenas na décima e 11ª colocação, respectivamente.

Com o resultado, o México ficou com seis medalhas no total, na quarta posição no ranking geral. Os anfitriões têm, além do ouro, três pratas e dois bronzes.

LISTA DE EXIGENCIAS

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Em nenhum momento o Brasil foi ameaçado pelo Canadá em sua estreia no handebol masculino dos Jogos Pan-Americanos, mas isso não significa que o time terá tranquilidade até a próxima terça-feira (18), quando volta à quadra para encarar a Venezuela. Segundo os jogadores, o técnico Javier Cuesta vai querer uma maior evolução do grupo para o próximo confronto.

De acordo com Renato Tupan, o treinador espanhol tem um nível de exigência tão grande como de colegas de profissão mais famosos, como Bernardinho e Luiz Felipe Scolari:



- Com certeza amanhã a gente vai ter uma reunião e o nosso técnico vai ter uma lista de coisas que a gente vai ter que melhorar, que foram muito ruins no jogo.

As exigências, porém, não terminam na comissão técnica. O armador Zeba, por exemplo, já apontou uma falha da equipe na estreia dos Jogos Pan-Americanos:

- O placar foi muito bom e é importante imprimir essa velocidade de jogo, mas podemos observar que tivemos algumas falhas na defesa.

Toda a obsessão pela melhora tem uma explicação: somente o primeiro colocado dos Jogos Pan-Americanos assegura uma vaga na Olimpíada de Londres, no ano que vem. E a Argentina não está disposta a deixar o ouro escapar mais uma vez, como aconteceu em Santo Domingo-2003 e no Rio de Janeiro-2007.

O MELHOR QUE EU PUDER

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No momento em que embarcar para o México neste domingo (16), às 21h, Marcel Stürmer deixará para trás tudo o que aconteceu – o roubo de sua bagagem, pela manhã, com patins e roupa para a disputa do Pan de Guadalajara – para se concentrar no que terá disponível.

- Viajo, desembarco na segunda-feira (17) e começo a treinar na terça (18). Tenho uma semana para construir de novo minha confiança. Vou fazer o melhor que puder.

A patinação artística tem competições no domingo (23), com finais na segunda-feira (24).

Marcel deixa claro o tamanho do problema que terá de enfrentar explicando o que significam os patins para um atleta do esporte.

- Tênis novo você usa duas, três vezes e está macio. Patins, como os que eu uso, são muito duros. A ponta é tão dura que não se consegue apertar. Para dar uma ideia, se você der um soco em um patim, pode arrebentar a mão. São meses para “quebrar” os patins, como a gente diz.

Além disso, há a questão dos joanetes.

- Todo patinador tem joanetes. Patins novos “amassam” os joanetes, até que, como tempo, o uso, o suor do pé, tudo se ajeita lá dentro. Esses patins que foram roubados estou usando há um ano e meio.

Marcel também fala que a “plataforma” também é muito específica.

- São aqueles “ferros” na base. Cada patinador usa de um jeito, com mais maciez ou mais dureza. São detalhes que levam tempo para a gente se adaptar.

De toda forma, o patinador gaúcho segue para Guadalajara com patins novos, que são fabricados pela Rye Sports, do Rio Grande do Sul. De toda forma, disse que daria um par de novos a quem entregasse os usados.

Uma nova roupa, mais simples, para a coreografia do programa longo sob o tema “James Bond”, também será confeccionada em Porto Alegre.

- O COB [Comitê Olímpico Brasileiro] vai dar um jeito de fazer chegar em Gudalajara...

Apesar do problema, Marcel Stürmer – terceiro do mundo na patinação artística - tenta manter o foco no tricampeonato, pelo qual vai batalhar no Pan.

- Não quero mais pensar. Parei de olhar para trás. Decidi que assim que entrar no avião, deixando o país, vou contar com o que tiver. Tenho de fazer funcionar assim. Não vou ficar me prendendo.

Para descontrair, o patinador conta ainda que “faltavam só 80 páginas” para terminar o livro de suspense que estava lendo – por ironia, o “Desaparecido para Sempre”, de Harlan Corben. Pelo menos nesse caso, diz Stürmer, pode comprar outro igual...

A técnica Jaqueline Nonenmacher, que levaria seu atleta ao aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, neste domingo (16), foi jogada ao chão e ameaçada pelo assaltante com uma arma na cabeça para entregar o veículo, uma EcoSport, em frente ao prédio de Stürmer.

A bagagem já havia sido colocada no carro, mas o patinador estava no apartamento e não viu a ação. Mesmo com o roubo, decidiu embarcar para São Paulo, de onde segue para o México neste domingo (16) em voo das 21h.

O carro de Jaqueline foi encontrado, mas sem o material de Marcel Stümer, que passou por São Paulo para fazer a conexão carregando apenas documentos, celular e um par de patins “sem quebrar”.

REENCONTRO

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A ponteira Jaqueline da seleção brasileira feminina de vôlei voltou na tarde deste domingo (16) para a Vila do Pan, após passar a noite internada em um hospital de Guadalajara. 

Jaqueline sofreu um acidente na noite de ontem durante a partida da seleção contra a República Dominicana: no começo do segundo set, ela bateu a cabeça na companheira Fabi e acabou com uma fratura cervical.

Na chegada à Vila hoje, Jaqueline, que estava usando um colar cervical, se encontrou com a líbero Fabi. As duas aparentavam estar muito emocionadas. 

O médico da equipe, João Grangeiro, disse hoje que a atleta ficará, pelo menos, oito semanas longe das quadras.

Com isso, além do Pan de Guadalajara, Jaqueline também vai desfalcar o time do técnico José Roberto Guimarães na Copa do Mundo de Vôlei, que será disputada no Japão entre 4 e 18 de novembro. A competição coloca em jogo três vagas para as Olimpíadas de Londres em 2012.

Jaqueline permanecerá em repouso e deve fazer alguns exames para definir a data de retorno ao Brasil.

FAMÍLIA CORUJA

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Se a estreia da seleção brasileira masculina de handebol estava morna, com uma vitória tranquila sobre o Canadá, um grupo de torcedores chamava a atenção nas arquibancadas: familiares do armador Zeba e do ponta Renato Tupan viajaram ao México especialmente para acompanhar o desempenho dos atletas. 

Vestidos com muito verde-amarelo e diversos adereços do Brasil, eles por diversas vezes foram o som mais ouvido no ginásio San Rafael. Entoavam, inclusive, um dos principais cantos da torcida mexicana: “Sí, se puede! Sí, se puede!”. 

Mãe de Zeba, Marcia Pacheco conta que sempre procura acompanhar o filho nas partidas: 

- Vou a todos os lugares do mundo faz tempo, pois ele está na seleção desde os tempos de cadete. O trabalho fica lá no Brasil. Um dos lugares que mais gostei foi Medellín (sede dos Jogos Sul-Americanos de 2010), mas o Pan do Rio também foi muito bom. 

Em quadra, os jogadores correspondem com o domínio no continente americano: desde Winnipeg-1999, o ouro no handebol masculino fica com o Brasil. Em 2007, a decisão contra a Argentina foi marcada por uma briga generalizada acompanhada de perto por dona Marcia: 

- Fiquei danada e acho que vai acontecer de novo (risos)porque eles (os argentinos) são desse jeito. Queria que a final fosse Brasil x México, pois estou adorando aqui, mas acho que vai ser Brasil x Argentina mesmo. 

A animação dos familiares, porém, contrasta com o sentimento que a maior parte deles tiveram quando seus pupilos optaram pelo handebol, um esporte que só há pouco tempo passou a contar com um maior suporte de patrocinadores. É o que conta Zeba: 

- Eles ficaram um pouco assustados quando eu disse que seria jogador de handebol, mas depois viram que é uma paixão minha e estou aqui até hoje. 

PODE RENDER MAIS TRÊS


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A natação brasileira, que rendeu ao país a primeira medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, pode quadruplicar o número de conquistas da delegação nacional na noite deste domingo (16), a partir das 22h de Brasília (19h no México). 

O Brasil tem esperança de ganhar medalhas de ouro nos 100 m livre, nos 100 m peito e no revezamento 4x100 m livre, muito por causa da presença dos campeões mundiais Cesar Cielo e Felipe França.

Contudo, a primeira chance de medalha é nos 100 m costas feminino, com Fabíola Molina. Porém, a brasileira pode ficar até fora do pódio dependendo da sua prova. As norte-americanas Elizabeth Pelton e Rachel Bootsma são as favoritas, mas a mexicana Maria Fernanda González tem o terceiro melhor tempo e o apoio da torcida local.

Durante as eliminatórias, pela manhã, González foi ovacionada com um som poucas vezes visto em uma piscina de natação. Os torcedores mexicanos estão malucos por uma medalha na natação, para quebrar a hegemonia parcial de Brasil e Estados Unidos.
Depois de Fabíola, é a vez de Cielo cair na água. Melhor das eliminatórias dos 100 m livre, com 48s89, ele é amplo favorito na final. Os norte-americanos Douglas Robison e Robert Savulich, além de Shaune Fraser, das Ilhas Caymãs, não chegam a assustar. O adversário do brasileiro é o recorde pan-americano, de 48s79, que deve cair com sobras na decisão.

Nos 200 m livre feminino, Jessica Cavalheiro e Tatiana Lemos Barbosa têm poucas chances de medalhas, mas em seguida, nos 100 m peito, o Brasil é novamente favorito, desta vez com o campeão mundial dos 50 m peito, Felipe França. Ele está balizado com o melhor tempo e único na casa do 1min00s. O Brasil ainda tem Felipe Lima com o quarto tempo, brigando por um pódio.

Para finalizar o dia, uma prova sensacional. O Brasil vai com seu melhor time para tentar superar os norte-americanos no revezamento 4x100 m livre. Cesar Cielo, Bruno Fratus, Nicholas Santos e Nicolas Oliveira tentarão a terceira medalha de ouro do Brasil no dia, mas o páreo promete ser difícil.

HUGO HOYAMA ELIMINA NORTE-AMERICANO E VAI AS SEMI FINAL

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O Brasil conquistou neste domingo (16) uma vaga na semifinal do tênis de mesa por equipes. Com um time formado pelo veterano Hugo Hoyama, Gustavo Tsuboi e Tiago Monteiro, a equipe venceu os Estados Unidos por 3 a 0. Agora, o Brasil espera o vencedor de Cuba e Canadá.

Hoyama atropelou o americano Yiyong Fan por 3 sets a 0, com parciais de 11-4, 12-10 e 11-3. Tsubiu venceu Thimoty Wang também por 3 sets a 0, com parciais de 11-7, 11-5 e 11-9.

O outro triunfo brasileiro diante dos americanos veio com a dupla Hugo Hoyama/Tiago Monteiro, que superou Timothy Wang/ Mark Hazinski por 3 sets a 1 - parciais de 11-7, 11-6, 13-15 e 11-6.

Se o Brasil conquistar o ouro na equipe masculina, Hoyama vai chegar à sua décima medalha dourada em Pan-Americanos. Até agora, ele tem nove.

Feminino
As meninas do Brasil perderam para as colombianas e disseram adeus à disputa por medalha na competição por equipes do Pan. A disputa terminou 3 a 1 para a Colômia.
Jéssica Yamada, Caroline Kumahara e Ligia Silva/Jésica Yamada perderam nas partidas individuais e por dupla, respectivamente. Antes, Caroline Kumahara venceu um jogo contra Luisa Zuluaga, mas o triunfo não foi suficiente para impedir a eliminação.

PREVISÃO


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Com velejadores inscritos nas nove classes dos Jogos Pan-Americanos, o Brasil inicia a disputa do esporte nesta segunda-feira (17), às 16h de Brasília, em Puerto Vallarta, a cerca de 300 quilômetros de Guadalajara, onde serão as regatas. A equipe conta com a primeiro-tenente Sílvia Regina, da Seção de Informações Meteorológicas do Centro de Hidrografia da Marinha, que previu entrada de brisa marítima à tarde, bem no horário das duas primeiras regatas.

- Estamos usando imagens de satélite, modelos matemáticos, nossa observação das condições no local e conseguimos identificar esse padrão de vento.

Maurício Santa Cruz, que completa 37 anos justamente no primeiro dia de competições, conquistou um de seus três títulos na classe J24 justamente na cidade mexicana, em 2007.

- É uma raia difícil. O vento varia muito de intensidade. Além do Mundial-2007, também estive aqui na Copa México-2010 [quando também saiu vencedor].

Maurício foi campeão mundial da J24 também em 2006 e 2009, ao lado de Alexandre Saldanha, Daniel Santiago – que também estão neste Pan – e Guilherme Hamelmann, que chegou em 2010.

Cláudio Biercarck, o Klaus, da classe Lightning, estará em sua oitava participação em Jogos Pan-Americanos, igualando o recorde de Durval Guimarães, do tiro esportivo. Em sua tripulação estão Gunnar Ficker e Marcelo Batista.

Outros atletas da vela no Pan são Bernardo Arndt e Bruno Oliveira, da Hobie Cat 16; Adriana Kostiw, da Laser Radial; Matheus Dellangelo – que faz 23 anos neste domingo (16) -, da Sunfish; Patrícia Freitas e Ricardo "Bimba" Winicki, da RS:X (a prancha a vela).

Estão previstas dez regatas por classe (duas por dia) entre segunda-feira (17) e sábado (22). No domingo (23), será a Medal Race – espécie de final com apenas os cinco melhores até então de cada classe e que vale o dobro dos pontos.

POUCO A POUCO BRASIL VAI CHEGANDO!


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O Brasil segue firme na luta por medalhas no badminton nos Jogos Pan-Americanos Guadalajara 2011. Os brasileiros Daniel Paiola e Alex Tjonga venceram neste domingo (16) suas partidas no badminton e avançaram para as quartas de final da competição.



Paiola entrou em quadra no Ginásio Revolución para enfrentar o dominicano Alberto Raposo. O brasileiro não teve muitas dificuldades e precisou de apenas 16 minutos para faturar a partida por 2 a 0, parciais de 21/7 e 21/8.

Já Tjonga encontrou um pouco mais de dificuldade contra o chileno Cristian Araya, mas também venceu por 2 a 0, em 20 minutos, com parciais de 21/13 e 21/14.

Mais cedo, a brasileira Lohaynny Vicente, de apenas 15 anos, conseguiu a terceira vitória no individual feminino. Ela derrotou a peruana Alejandra Monteverde, cabeça de chave número 8, por 2 a 0 (21/18 e 21/18).

A única derrota brasileira do dia foi de Luana Vicente, que perdeu por 2 a 0 para a norte-americana Rena Wang, parciais de 21/18 e 21/8.

SQUASH ESTÁ FORA

#PAN2011

Os brasileiros que estavam na disputa por medalha na categoria individual do squash dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara foram eliminados neste domingo (16). 

Rafael Fernandes e Thaisa Serafini perderam para o canadense Shawn Delierre e para a atleta da Guiana Nicolette Fernandes, respectivamente, e estão fora do Pan. 

A esperança agora está nas mãos da dupla brasileira que ainda está na competição. Rafael Fernandes e Vinícius de Lima encaram Hernan D’Arcangelo e Roberto Pezzota nas quartas de final do Pan. 

É TETRA !!

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A ginástica rítmica trouxe na noite deste domingo (16) mais uma medalha para o Brasil nos Jogos de Guadalajara. Na competição por equipes, o conjunto brasileiro conquistou a medalha de ouro e se tornou tetracampeão em Pan-Americanos. A prata ficou com o Canadá e o bronze com as cubanas.

Essa é a segunda medalha do esporte para o Brasil no Pan 2011. Ontem, a ginasta Angélica Kvieczynski faturou o bronze na prova geral da ginástica rítmica.

A competição de hoje foi definida em dois exercícios. No primeiro exercício, com cinco bolas, o conjunto brasileiro ficou em primeiro lugar, anotando 25.100 pontos. Em segundo lugar ficou o quinteto do Canadá, com 24.450 pontos. Em seguida vieram norte-americanas, cubanas e venezuelanas.

A pontuação no primeiro exercício foi decisiva para o ouro do Brasil, já que no segundo e decisivo exercício, com arcos e fitas, as brasileiras ficaram apenas em terceiro lugar.

Ainda assim, as brasileiras fizeram uma apresentação segura e não ficaram distante das rivais, marcando 23.475 pontos. 

A apresentação de Cuba no segundo exercício levantou a plateia, dando às cubanas o primeiro lugar na apresentação, com 23.575 pontos. As canadenses ficaram em segundo lugar no exercício de arcos e fitas, com 23.500 pontos.

Apesar da apresentação, as meninas de Cuba não conseguiram superar o conjunto canadense no placar geral e ficaram apenas com a medalha de bronze. Com o anúncio da nota cubana, o estádio vaiou os juízes. 

As norte-americanas tiveram problemas no segundo exercício, inclusive com a queda de uma fita, e ficaram apenas em quarto lugar no placar geral.

Já a Venezuela apresentou muitas falhas com a fita e teve uma apresentação abaixo do esperado, ficando apenas na quinta colocação.

Ao final das duas apresentações, as brasileiras marcaram 48.575 pontos, seguida pelas canadenses, com 47.950, e por Cuba, com 47.175.