Deivlim liderou todas as baterias que disputou. Foto Julio Cavalheiro
Quinto colocado na fase de qualificação para formação das baterias de quartas de final, Deivlim não deu chances aos adversários na final, e liderou a partir da primeira curva até o final. Leandro Dal Farra Miranda, o Tachinha, principal esperança de Criciúma, disputou a liderança com Deivlim na primeira curva, mas depois perdeu ritmo na curva seguinte e finalizou na quinta posição.
O segundo lugar ficou com Luiz Eduardo Markiewcz, de Jaraguá do Sul, seguido de Kauan Furtado, de Criciúma. Aliás, Kauan foi o responsável pela eliminação de um dos favoritos, Ademir da Silva Júnior, o Rato, vice-campeão brasileiro e principal adversário de Deivlim, na bateria semifinal. Rato representou Florianópolis e terminou a competição na 12ª colocação.
As disputas foram marcadas por algumas rivalidades. Os técnicos de Florianópolis e Criciúma não gostaram da atitude de alguns ciclistas de Brusque durante as baterias de semifinal. Ainda há uma questão pendente, mas que deve ser resolvida nos próximos dias. Florianópolis solicitou um exame grafotécnico para comprovar a veracidade da assinatura de Deivlim na inscrição feita por Joinville.
Campeão dedicou medalha para a mulher e o filho Henry, de nove meses. Foto Julio Cavalheiro
- A prova foi normal e venceu quem tinha que vencer. O problema é que o atleta fez a opção de competir por Joinville.
Para o técnico de Florianópolis, Diones Chinelatto, faltou ética para o ciclista:
- É uma situação chata. A palavra deve valer e no bicicross ela vale - disse, com cópias do e-mails trocados entre a FME e o atleta que garantiam sua participação por Florianópolis.
É bom que se ressalte que dentro da pista, o campeão demonstrou total lisura e mereceu ficar com a vitória.



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