#PAN2011
Dominar o handebol pan-americano dói. Literalmente. Entre os atletas da seleção brasileira masculina da modalidade, vencedora da disputa em Santo Domingo-2003 e Rio de Janeiro-2007, são várias as histórias de fraturas e lesões causadas pelos intensos embates dentro da quadra.
Só o ponta Renato Tupan já quebrou o nariz sete vezes:
- Olha, eu posso fazer uma lista das pancadas que tomei. E já operei três vezes: o ombro esquerdo em 1998, o joelho direto em 2000 e o joelho novamente quatro meses depois porque a cirurgia não deu certo. Mas a pior vez foi quando gente estava no Japão, treinando para a Olimpíada de Pequim e eu torci o pé muito sério duas semanas antes da competição. Consegui jogar, mas precisei ficar afastado depois.
Na estreia nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, contra o Canadá, a vítima foi Ales, que precisou de atendimento médico ao ficar caído na quadra no começo do segundo tempo:
- Eu bati com o joelho no chão e depois levei uma cotovelada na orelha, mas é coisa do jogo. Quem joga de pivô está sempre levando muitos golpes. Praticamente em todos os treinos tem no nariz, na cabeça, na orelha, na costela...
O armador Zeba, por sua vez, tem uma cicatriz abaixo do olho direito como “lembrança” dos duelos mais intensos. Ele, porém, assegura que o excesso de pancadas no handebol é involuntário:
- Tenho quatro pontos aqui (aponta para a cicatriz). Ter bastante contato é uma coisa comum no nosso esporte, mas espero que continue assim, sem deslealdade.
De tão acostumado, Tupan até ri de seu histórico médico:
- Antes, eu falava: ”Mãe, tenho que operar” e ela se assustava. Agora, ela só diz: “Ah, está bom. Me passa o suco...” (risos).
Adorei seu espaço viu, super diferente!
ResponderExcluirSeguíí... ^^
Retribui? (:
beijo e Mto Sucesso aqui pra vc tá, :*